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Rondônia confirma quatro casos de Mpox e Saúde orienta população em Vilhena
Doença transmissível segue sob monitoramento; autoridades reforçam medidas de prevenção e busca precoce por atendimento médico
A Secretaria de Estado da Saúde de Rondônia (Sesau) confirmou quatro casos de Mpox em Porto Velho. Ao todo, foram registradas seis notificações da doença na capital, sendo quatro confirmações e duas descartadas após exames laboratoriais.
Os pacientes estão sendo acompanhados no Centro de Medicina Tropical de Rondônia, onde passaram por avaliação clínica e coleta de amostras para análise. Segundo as autoridades, todos os protocolos de monitoramento e controle estão sendo adotados para evitar a disseminação do vírus.
A Mpox, anteriormente conhecida como varíola dos macacos, é uma doença viral contagiosa causada por um vírus do gênero Orthopoxvirus. Entre os principais sintomas estão febre, dores no corpo, cansaço, ínguas e o surgimento de bolhas ou lesões na pele.
Em Vilhena, a Secretaria Municipal de Saúde (Semus) divulgou nota orientando a população sobre formas de prevenção e cuidados. Conforme o comunicado, a doença circula no Brasil desde 2022 e permanece sob vigilância das autoridades sanitárias.
A transmissão ocorre principalmente por meio do contato direto com secreções das lesões de pessoas infectadas. Por isso, é recomendado evitar contato próximo com indivíduos sintomáticos, não compartilhar objetos pessoais, higienizar frequentemente as mãos e utilizar máscara em locais com aglomeração.
De acordo com a Semus, na maioria dos casos a evolução é leve, com recuperação entre duas e quatro semanas. Ainda assim, o acompanhamento médico é considerado essencial, especialmente para pessoas com baixa imunidade, crianças e gestantes, que podem apresentar maior risco de complicações.
A orientação é que qualquer pessoa com sintomas procure imediatamente uma Unidade Básica de Saúde (UBS) ou a UPA 24h para avaliação. As autoridades reforçam que a informação responsável e a busca precoce por atendimento são fundamentais para conter a transmissão e proteger a população.
Fonte: Veja Vilhena