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Marido é preso por manter grávida de 14 anos "presa" em casa em MT
Tia da vítima acionou a polícia

Publicado Há 3 h

Foto: Secom-MT

Um jovem de 23 anos foi preso pela Polícia Militar na noite de segunda-feira (19), acusado de manter a companheira, uma adolescente de 14 anos, em cárcere privado no município de Diamantino (183 km de Cuiabá). A vítima também confessou que está gestante do agressor.

Segundo o boletim de ocorrência, a polícia foi acionada pela tia da vítima, que denunciou que a sobrinha estaria sendo mantida trancada dentro da casa pelo companheiro. Ao chegar ao local, os policiais visualizaram a adolescente acenando pela janela.

Em seguida, ela conseguiu abrir o portão principal com um controlo remoto, permitindo a entrada da guarnição. A vítima relatou que convivia com o suspeito e que, após uma separação recente motivada por conflitos passionais, retornou ao relacionamento por medo de ameaças.

Ainda conforme o relato, nos últimos dias o suspeito passou a trancá-la dentro da residência sempre que saía, levando a chave consigo. No dia do fato, a adolescente estava presa desde as 18h.

Diante da situação, os policiais realizaram a abertura forçada da porta e retiraram a menor do imóvel em segurança. Na sequência, a equipe deslocou-se até uma empresa, onde o suspeito foi localizado. Ele confessou ter trancado a residência por motivos passionais e estava de posse da chave do imóvel.

Durante a ocorrência, o suspeito informou que a adolescente estaria grávida, informação posteriormente confirmada pela própria vítima. Todos os envolvidos foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil para as providências legais cabíveis, sem apresentarem lesões corporais aparentes.

No local, foram apreendidos um aparelho celular da marca Apple, que estava danificado, uma chave da residência e um controlo de portão. O caso será investigado pela Polícia Civil e acompanhado pelos órgãos de proteção à criança e ao adolescente.

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Fonte: folhamax

Aviso Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos e/ou envolvidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove o contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens e emitir algum juízo de valor.