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Pedófilo atrai crianças, estupra e filma cenas de abuso sexual em Cuiabá
Durante a ação, policiais federais cumpriram um mandado de prisão preventiva expedido pela 13ª Vara Criminal da Comarca de Cuiabá

Por Redação
Publicado Há 3 h

Foto: Arquivo

A Polícia Federal deflagrou nessa sexta-feira (13/3), em Cuiabá, a Operação Gardien IV, com o objetivo de combater crimes relacionados ao abuso sexual infantil. Durante a ação, policiais federais cumpriram um mandado de prisão preventiva expedido pela 13ª Vara Criminal da Comarca de Cuiabá.

De acordo com as investigações, o alvo teria praticado crimes de armazenamento, transmissão, produção e comercialização de arquivos contendo abuso sexual infantil. Além disso, ele também é investigado pelos crimes de estupro de vulnerável e aliciamento de menores.

As apurações indicam que o investigado possivelmente pratica crimes de abuso sexual infantil desde 1998. Conforme os investigadores, o modus operandi consistia em atrair vítimas menores de idade para um convívio próximo, conquistando gradualmente a confiança delas e, posteriormente, cometendo os abusos.

Até o momento, a investigação conseguiu identificar seis vítimas do investigado, no entanto, as diligências continuam para identificar possíveis outras vítimas e aprofundar as apurações sobre o caso.

Embora o termo "pornografia" ainda seja utilizado em nossa legislação (art. 241-E da Lei nº 8.069, de 1990 - Estatuto da Criança e do Adolescente) para definir "qualquer situação que envolva criança ou adolescente em atividades sexuais explícitas, reais ou simuladas, ou exibição dos órgãos genitais de uma criança ou adolescente para fins primordialmente sexuais", a comunidade internacional entende que o melhor nessas situações é referir-se a crimes de "abuso sexual de crianças e adolescentes" ou mesmo "violência sexual de crianças e adolescentes", pois a nomenclatura ajuda a dar dimensão da violência infligida nas vítimas desses crimes tão devastadores.

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Fonte: Repórter MT

Aviso Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos e/ou envolvidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove o contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens e emitir algum juízo de valor.