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Condenado por morte de PM reage a mandado de prisão e morre em confronto em Machadinho
Homem condenado pela Justiça atirou contra policiais durante cumprimento de ordem judicial e chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos

Publicado Há 3 h

Foto: PM/RO

Um homem condenado pela Justiça por envolvimento na morte de um policial militar em um crime ocorrido em 2013 morreu na tarde desta terça-feira (10) após reagir armado ao cumprimento de um mandado de prisão em Machadinho do Oeste, interior de Rondônia.

O confronto aconteceu por volta das 17h30, durante uma operação policial. Equipes da Polícia Militar foram até uma residência localizada na avenida Floriano Peixoto para cumprir a ordem judicial relacionada ao caso.

Ao chegarem ao local, os policiais encontraram o portão aberto e determinaram que as pessoas que estavam na casa saíssem com as mãos na cabeça. Uma mulher foi a primeira a deixar o imóvel e caminhou em direção às equipes.

Nesse momento, um homem apareceu na porta da residência e passou a gritar para que ela retornasse para dentro do imóvel, afirmando que não sairia da casa. Segundo os policiais, ele foi informado sobre a existência de um mandado de prisão em aberto.

Por medida de segurança, a mulher foi retirada da área e levada para um local seguro. Logo depois, o homem voltou à porta da residência armado com uma pistola e efetuou disparos contra as equipes policiais.

Diante da agressão, os policiais reagiram e o atingiram durante o confronto. Após cessarem os disparos, os agentes realizaram uma varredura na casa e constataram que não havia outras pessoas no imóvel.

Dentro da residência foram encontrados uma pistola calibre .40, quatro carregadores com diversas munições e dois coletes.

O homem foi socorrido pelos próprios policiais e levado ao pronto-socorro de Machadinho do Oeste. Ele chegou à unidade hospitalar ainda com sinais vitais, mas a morte foi confirmada pouco tempo depois.

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Aviso Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos e/ou envolvidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove o contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens e emitir algum juízo de valor.