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Rondônia registra 1 caso confirmado de Mpox e outros suspeitos, informa Sesau

Por Redação
Publicado Há 2 h

Foto: freepik

A cidade de Porto Velho já registra um caso confirmado de Mpox (varíola dos macacos) e outros dois casos suspeitos em investigação, segundo informações repassadas pela Secretaria de Estado da Saúde de Rondônia (Sesau) ao site Eu Ideal.

De acordo com a pasta, o paciente com diagnóstico confirmado está sob acompanhamento médico, enquanto os dois casos suspeitos aguardam resultados laboratoriais para confirmação ou descarte da doença.

A Sesau informou que segue realizando monitoramento epidemiológico na capital e orientando as unidades de saúde sobre os protocolos de atendimento e notificação.

Nota oficial da Sesau
Em comunicado enviado à reportagem, a Sesau informou:

“A Secretaria de Estado da Saúde de Rondônia (Sesau) informa que dois casos suspeitos de infecção pelo vírus Monkeypox foram atendidos no Centro de Medicina Tropical de Rondônia. Ambos os pacientes passaram por avaliação clínica e tiveram amostras coletadas para exame laboratorial de detecção, cujo resultado está previsto para ser divulgado amanhã, dia 20. Até a confirmação diagnóstica, os pacientes receberam todas as orientações necessárias e permanecem em isolamento.”

A pasta também esclareceu registros no hospital infantil da capital:

“A Sesau esclarece ainda que foram notificados casos suspeitos no Hospital Infantil Cosme e Damião. Após avaliação, apenas uma paciente foi inicialmente considerada como suspeita de Monkeypox, porém o diagnóstico confirmou tratar-se de varicela (catapora).”

Segundo a secretaria, o órgão responsável pelo monitoramento sanitário é a Agência Estadual de Vigilância em Saúde de Rondônia (Agevisa), que permanece como referência para informações oficiais, por meio do e-mail ascom@agevisa.ro.gov.br.

A Sesau reforçou que segue à disposição da sociedade e da imprensa para novos esclarecimentos sempre que necessário.

Cuidados recomendados para prevenção
As autoridades de saúde reforçam medidas básicas para reduzir o risco de transmissão:

Higienização frequente das mãos
Utilizar álcool em gel com regularidade, principalmente após tocar superfícies em locais públicos, usar transporte coletivo ou manter contato próximo com outras pessoas.

Evitar compartilhamento de objetos pessoais
Não dividir copos, talheres, garrafas, cigarros, roupas ou toalhas, que podem facilitar a disseminação do vírus.

Uso de máscaras em ambientes com grande aglomeração
Em locais muito cheios, as máscaras podem oferecer proteção adicional, especialmente se houver circulação ativa da doença.

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Fonte: euideal