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Homem amarra cachorra prenha em caminhonete e a arrasta até a morte

Por Redação
Publicado Há 2 h

Foto: reportermt

Uma cachorra prenha morreu após ser amarrada à traseira de uma caminhonete e arrastada por cerca de um quilômetro, na noite do último domingo (25), em Igarapava, no interior de São Paulo. O crime ocorreu no bairro Vila Marilene. As informações são do G1.

O principal suspeito é um homem, de 65 anos, que foi preso em flagrante pela Polícia Militar. Apesar da prisão, ele passou por audiência de custódia nesta segunda-feira (26) e obteve liberdade provisória, conforme o Tribunal de Justiça.

De acordo com a PM, o animal estava preso por uma corda ao veículo e foi arrastado pela via. A cadela chegou a ser socorrida e levada a um hospital veterinário, mas não resistiu aos ferimentos. No atendimento, os veterinários constataram que ela estava prenha de dez filhotes, que também morreram.

Após ser localizado, o suspeito foi encaminhado à delegacia de Igarapava, onde o caso foi registrado como abuso a animais. Em seguida, ele foi levado para a cadeia pública de Franca.

Segundo a delegada Ana Cláudia Fernandes Carvalho, responsável pelo caso, o homem alegou que não sabia que a cachorra estava amarrada ao veículo. Ele afirmou que o neto, de 7 anos, pode ter prendido o animal à caminhonete sem que ele percebesse, já que teria saído com pressa para ir à igreja.

Ainda conforme a delegada, o suspeito disse que ouviu pessoas gritando durante o trajeto, mas acreditou que se tratava de algum cachorro solto na rua.

A caminhonete usada no crime estava envelopada com o nome de uma empresa. Em nota enviada à EPTV, afiliada da TV Globo, a empresa informou que o veículo havia sido vendido recentemente ao homem preso e que a identificação visual não havia sido retirada. A empresa destacou ainda que ele não possui qualquer vínculo com a instituição.

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Fonte: Repórter MT

Aviso Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos e/ou envolvidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove o contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens e emitir algum juízo de valor.