Porto Velho 2050: podcast debate cidade inteligente, mobilidade e planejamento de longo prazo
Em entrevista conduzida por Edison Rígoli no PodRondônia Podcast Engenharia, Renato Muzzolon Jr defende continuidade administrativa, visão estratégica e integração entre inovação, infraestrutura e sustentabilidade
Foto: PodRondônia
O planejamento de longo prazo para Porto Velho foi um dos temas centrais do novo episódio do PodRondônia Podcast Engenharia, conduzido por Edison Rígoli, presidente do CREA e engenheiro industrial mecânico, com a participação de Renato Muzzolon Jr, engenheiro ambiental. Durante a entrevista, o convidado sustenta que a capital precisa pensar o futuro com base em um plano de município, e não apenas em ações pontuais de governo.
Ao falar sobre essa visão, Renato afirma que a cidade já possui uma base estratégica em construção, vinculada ao Plano Diretor e projetada até 2050. Segundo ele, existe um documento de desenvolvimento sustentável que organiza essa visão de futuro e busca dar direção a temas estruturantes da capital. Na conversa, ele destaca que o desafio agora não é apenas formular ideias, mas garantir continuidade para que o planejamento saia do papel e seja mantido ao longo das próximas gestões.
Um dos pontos mais fortes do episódio é justamente a defesa de uma lógica de planejamento permanente. Renato resume esse raciocínio ao afirmar que é preciso seguir um “plano de município, não de gestão”, reforçando que projetos estruturantes não podem ficar limitados ao tempo político de uma administração específica. A fala aponta para uma preocupação clara com legado institucional e estabilidade nas políticas públicas.
Dentro dessa agenda, o convidado cita áreas consideradas prioritárias para o futuro da capital. Entre elas, aparecem mobilidade urbana, drenagem, infraestrutura, conectividade, saneamento básico e o conceito de cidades inteligentes. Segundo Renato, esse conjunto precisa ser tratado de forma integrada, porque o desenvolvimento urbano de Porto Velho depende da capacidade de conectar inovação, engenharia e qualidade de vida em um mesmo horizonte estratégico.
A entrevista também aproxima essa discussão do cenário atual da cidade. Ao falar sobre os desafios de Porto Velho, Renato afirma que não há como fugir da pauta das “cidades inteligentes, cidades resilientes para as mudanças climáticas, conectividade, mobilidade urbana”, defendendo que esse já é o centro do debate urbano contemporâneo. No episódio, ele também associa essa agenda à necessidade de melhorar indicadores e responder de forma mais eficiente às carências históricas da capital.
Outro aspecto relevante da conversa é a ideia de que a cidade precisa aproveitar melhor a bagagem técnica de profissionais que saíram, se qualificaram e voltaram para Rondônia. Renato relata ter retornado a Porto Velho trazendo experiência acumulada em infraestrutura, mobilidade, conectividade e cidades inteligentes, e apresenta essa volta como parte de um compromisso com o desenvolvimento local. O episódio sugere que esse movimento de retorno pode ajudar a formar uma nova massa técnica voltada ao planejamento urbano da capital.
O debate também alcança a juventude e a transformação do perfil urbano. Edison Rígoli observa, ao longo da entrevista, que Porto Velho vem revelando uma geração nova, conectada e aberta a linguagens mais atuais, enquanto Renato argumenta que a cidade precisa dialogar com esse novo cenário para construir políticas públicas mais aderentes ao futuro. Nesse contexto, cidades inteligentes deixam de ser apenas um conceito tecnológico e passam a representar uma nova forma de pensar desenvolvimento, participação e modernização da gestão pública.
Assista ao episódio completo:
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Fonte: Assessoria PodRondônia